Alianças em outras ocasiões
O anel nem sempre marca casamento. Há quem use aliança de namoro, de noivado ou de amizade. Em algumas famílias, a aliança de um avô ou de uma avó é guardada e passada adiante. Nesses casos, o valor do objeto está mais na memória do que no metal.
Também é normal que, com o passar dos anos, os dedos mudem de tamanho e a aliança fique apertada. Se o anel estiver machucando ou marcando a pele, vale pedir a um joalheiro que o ajuste. Não force a saída com sabão e puxões, pois isso pode ferir o dedo.
Como cuidar da sua aliança
Como a aliança fica no dedo todos os dias, ela acumula sabonete, creme e gordura. Para limpar, basta água morna com um pouco de detergente neutro e uma escova de cerdas macias. Enxágue bem e seque com um pano limpo.
Evite usar produtos fortes de limpeza com o anel no dedo, pois alguns riscam ou desbotam o metal. Retire também a joia para exercícios pesados, jardinagem e trabalhos com ferramentas. Se a aliança tiver pedras, vale levá-la a um joalheiro uma vez por ano para conferir se as garras estão firmes. Pequenos cuidados mantêm a peça bonita por muitas décadas.
Gravar a data ou o nome do casal no lado de dentro também é um costume bonito, que transforma o objeto em uma lembrança única.
Perguntas frequentes
A veia do amor existe mesmo?
Não. É uma ideia antiga e poética, mas o corpo humano não tem uma veia que ligue o anular ao coração. Ela ficou como uma bela história.
Quem perdeu o dedo anular não pode usar aliança?
Pode usar em outro dedo ou em um cordão no pescoço. O que vale é o significado para o casal. Não existe regra que obrigue a seguir a tradição à risca.
Aliança no dedo errado dá azar?
Não. Isso é superstição. Cada pessoa pode usar o anel na mão e no dedo que for mais confortável, sem qualquer consequência.
Um símbolo que vale pelo sentido
A aliança carrega séculos de costumes, lendas e afetos. A veia do amor é uma história encantadora, mas o motivo real é bem mais simples e humano: o gesto de marcar uma promessa com algo que se vê todos os dias. No fim, o que importa é o sentido que o casal dá a esse pequeno círculo.
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